Em 10 segundos
Texto completo e revisado, sem substituir a leitura da notícia.
Ouvir esta notícia
Voz sintetizada do seu dispositivo • cerca de 3 min.
O que você precisa saber
- O Ministério da Saúde prevê estiagem severa e calor extremo no Nordeste durante o período crítico associado ao El Niño.
- A resposta inclui bases regionais da Força Nacional do SUS, centros de saúde e clima, unidades resilientes, cisternas e soluções de água potável.
- Crianças, idosos, gestantes, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores ao ar livre e comunidades com acesso limitado à água exigem atenção especial.
- A nota regional não substitui alertas municipais, previsão do tempo nem orientação clínica individual.
Qual é o cenário apresentado
O Ministério da Saúde informou em 16 de setembro de 2026 que o El Niño está forte e pode chegar a muito forte, prolongando-se até março de 2027. Para o Nordeste, a previsão usada no planejamento aponta estiagem severa e temperaturas extremas durante o período crítico.
Calor, piora da qualidade do ar e falta de água segura podem aumentar desidratação, diarreias, doenças cardiorrespiratórias, insegurança alimentar, desnutrição e proliferação de mosquitos. Esses efeitos não ocorrem da mesma forma em todos os municípios nem permitem prever o adoecimento de uma pessoa.
Como o SUS está se preparando
A pasta informou que o Nordeste tem 968 unidades básicas de saúde resilientes entregues ou em construção, 1,7 mil ambulâncias do Samu, 77 soluções de água potável em áreas indígenas e 18,7 mil cisternas. Há uma base da Força Nacional do SUS em Salvador e previsão de novas bases em Recife e Fortaleza.
Centros de Informação em Saúde e Clima em Salvador e Fortaleza monitoram temperatura e estiagem para apoiar mapas de calor, alertas, envio antecipado de medicamentos, zonas de resfriamento em unidades de saúde e treinamento de equipes.
Quem precisa de atenção especial
Idosos, bebês e crianças pequenas, gestantes, pessoas com doença renal, cardíaca ou respiratória, quem usa medicamentos que alteram hidratação ou pressão, trabalhadores expostos ao sol e populações com pouco acesso à água têm maior risco. A quantidade de líquido adequada pode mudar conforme doença e orientação médica.
Sede intensa, boca seca, urina escura ou reduzida, tontura, fraqueza e dor de cabeça podem acompanhar desidratação. Confusão, desmaio, dificuldade para respirar, pele muito quente, incapacidade de beber ou pouca urina exigem avaliação rápida; em emergência, ligue 192.
Cuidados práticos durante calor e estiagem
Acompanhe alertas locais, reduza esforço nos horários mais quentes, procure sombra e ambientes ventilados, use roupas leves e ofereça água com frequência a quem depende de cuidado. Água para beber e preparar alimentos precisa ser segura; armazenamento inadequado pode aumentar diarreias.
Elimine recipientes com água parada e mantenha proteção contra mosquitos. Não suspenda diuréticos, remédios de pressão ou outros tratamentos por conta própria; em ondas de calor, pessoas com doenças crônicas podem precisar revisar hidratação e medicamentos com a equipe que as acompanha.
Fontes originais
As datas abaixo permitem diferenciar quando o fato ocorreu, quando a fonte o publicou e quando esta notícia foi preparada.
- Ministério da Saúde — Com estiagem e altas temperaturas, SUS reforça ações de saúde e segurança hídrica no NordesteInstitucional
Publicado em 16/09/2026. Consultado em 17/09/2026.
Abrir fonte original
Apuração e revisão: 17 de setembro de 2026.
Conteúdos relacionados
Conteúdo acompanhado por médico
O portal contextualiza a notícia para leigos e mantém o link direto para as fontes originais. O texto não substitui consulta nem orientação de autoridades locais.
- Responsável
- Dr. Leonardo Seabra • CRM/RN 13.960
- Publicado
- 17 de setembro de 2026
- Atualização
- 17 de setembro de 2026
