Laboratoriais0–13 semanas
Hemograma, ABO/Rh, glicemia, sorologias, urina e urocultura
Na primeira avaliação, a equipe geralmente solicita hemograma, tipagem ABO/Rh, glicemia, sífilis, HIV, hepatites B e C, toxoplasmose, urina e urocultura. Coombs indireto se Rh negativo; demais exames conforme história e protocolo local.
Imagem6–13 semanas
Ultrassom obstétrico inicial
Pode confirmar localização, vitalidade, número de fetos e datação. A melhor janela e a necessidade do exame dependem da avaliação da equipe e da disponibilidade local.
Imagem11–13 semanas
Ultrassom do primeiro trimestre com avaliação morfológica e translucência nucal
Janela de 11 semanas a 13 semanas e 6 dias, conforme indicação e disponibilidade. A medida da translucência nucal depende também do comprimento cabeça-nádega; não confirma sozinha alterações cromossômicas.
Imagem20–23 semanas
Avaliação ultrassonográfica da anatomia fetal
A FEBRASGO recomenda a avaliação morfológica entre 20 semanas e 23 semanas e 6 dias, conforme acesso e indicação. Ele não substitui o acompanhamento clínico do pré-natal.
Laboratoriais24–28 semanas
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) com 75 g
Quando diabetes não foi diagnosticado no início da gestação, pode ser indicado o teste oral de tolerância à glicose com 75 g nesta janela.
Laboratoriais28–32 semanas
Hemograma, sífilis, HIV e avaliação de urina no terceiro trimestre
A equipe pode repetir hemograma, testes para sífilis e HIV, exame de urina e urocultura. Hepatite B e toxoplasmose são reavaliadas conforme resultado anterior, suscetibilidade e protocolo local.
Imagem34–36 semanas
Ultrassom no terceiro trimestre, quando indicado
A janela de 34–36 semanas é uma referência de planejamento quando o serviço indica esta avaliação. Não é obrigatório para toda gestação de risco habitual. Avalia crescimento, apresentação, líquido e placenta; intercorrências podem exigir exame antes ou depois, sem aguardar esta janela.
Laboratoriais35–37 semanas
Pesquisa de estreptococo do grupo B (coleta vaginal e retal)
Conferir indicação e janela com a maternidade e o protocolo local. Não substitui a avaliação de situações que já indicam profilaxia no parto.
Avaliação35–37 semanas
Planejamento para o nascimento
A equipe revisa apresentação fetal, maternidade de referência, sinais de trabalho de parto e necessidade de pesquisa para estreptococo do grupo B conforme o protocolo local.
Avaliação40–42 semanas
Acompanhamento após a data provável do parto
A frequência das consultas e a avaliação do bem-estar fetal são individualizadas. Não aguarde em casa se houver redução de movimentos, sangramento, perda de líquido ou sinais de trabalho de parto.