Febre na criança: temperatura, cuidados e sinais de alerta
Febre é um sinal, não uma doença. Saiba medir a temperatura, observar o estado geral, cuidar em casa com segurança e reconhecer quando procurar atendimento.
Informações sobre crescimento, desenvolvimento, vacinação, sintomas comuns e sinais de alerta na infância.

Febre é um sinal, não uma doença. Saiba medir a temperatura, observar o estado geral, cuidar em casa com segurança e reconhecer quando procurar atendimento.
Marcos ajudam a acompanhar movimento, linguagem, aprendizagem e interação. Entenda como observar sem comparar e quando buscar avaliação precoce.
Tosse é um mecanismo de defesa e costuma acompanhar viroses, mas respiração difícil, prostração, desidratação ou início após engasgo exigem atenção rápida.
Bronquiolite é uma infecção viral comum em menores de 2 anos. Respiração difícil, pausas, lábios arroxeados e dificuldade para mamar exigem avaliação rápida.
Tosse, chiado e falta de ar podem indicar crise de asma. Um plano escrito, técnica correta do inalador e reconhecimento dos sinais de gravidade aumentam a segurança.
Na diarreia infantil, o maior risco imediato é a desidratação. Solução de reidratação oral, alimentação mantida e reconhecimento dos sinais de perigo são fundamentais.
Vômitos são comuns na infância, mas a idade, a hidratação, a cor do conteúdo e os sintomas associados ajudam a reconhecer quando a criança precisa de avaliação rápida.
Convulsão febril costuma ser breve e ocorrer entre 6 meses e 5 anos, mas a primeira crise, duração prolongada, dificuldade para respirar ou recuperação incompleta exigem avaliação.
Alergia alimentar pode causar sintomas na pele, no intestino e na respiração. Diagnóstico correto evita tanto reações graves quanto restrições alimentares desnecessárias.
Dor persistente, fissuras, mama muito cheia e insegurança com a quantidade de leite são dificuldades frequentes. Apoio precoce e avaliação da mamada ajudam a proteger mãe e bebê.
O Calendário Nacional de Vacinação 2026 protege a criança desde o nascimento. Entenda os principais marcos, como recuperar doses atrasadas e quando adiar uma vacina.
O impacto das telas depende da idade, do conteúdo, da companhia e do que elas substituem. Limites previsíveis, supervisão e rotina com sono, movimento e interação protegem o desenvolvimento.