Candida
Gênero de leveduras que pode viver normalmente na pele e em mucosas, mas causar candidíase quando cresce em excesso ou invade tecidos.
Entenda de forma simples
Encontrar Candida nem sempre significa doença. Ela pode fazer parte da microbiota da boca, intestino, vagina e pele sem causar sintomas. Alterações locais ou da imunidade podem favorecer crescimento excessivo e provocar candidíase vaginal, oral, cutânea ou esofágica.
Antibióticos, gravidez, diabetes descompensado, umidade e imunossupressão aumentam alguns riscos. Em pessoas hospitalizadas, especialmente com cateter venoso, cirurgia recente ou cuidados intensivos, Candida pode alcançar o sangue e causar infecção invasiva grave. O local, os sintomas e os exames definem se há colonização ou infecção e qual antifúngico é apropriado.
Importância clínica e sinais relevantes:
- colonização sem sintomas geralmente não é o mesmo que candidíase;
- coceira, vermelhidão, placas brancas ou corrimento podem ocorrer conforme o local afetado;
- quadros repetidos justificam avaliar diagnóstico, diabetes, medicamentos e fatores predisponentes;
- candidemia é uma infecção sistêmica grave, principalmente em pessoas hospitalizadas e vulneráveis.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se for o primeiro episódio, houver recorrência, gravidez, diabetes, baixa imunidade, sintomas intensos ou falta de melhora. Vá à urgência diante de febre persistente e piora geral em pessoa hospitalizada ou imunossuprimida, dificuldade para engolir ou respirar, desidratação ou confusão.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCCandidiasis BasicsAbrir fonte
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCRisk Factors for CandidiasisAbrir fonte
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCTreatment of CandidiasisAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
