Analgesia
Redução ou eliminação da percepção da dor, obtida com medicamentos e/ou medidas não farmacológicas, sem necessariamente provocar perda de consciência.
Entenda de forma simples
Analgesia descreve o objetivo de aliviar a dor, e não um único remédio. Pode envolver analgésicos simples, anti-inflamatórios, opioides, medicamentos para dor neuropática, anestésicos locais, fisioterapia, calor ou frio, técnicas psicológicas e outras medidas escolhidas conforme a causa e o tipo de dor.
É diferente de anestesia geral, que produz inconsciência, embora procedimentos anestésicos também possam oferecer analgesia. O melhor plano considera intensidade, duração e mecanismo da dor, idade, gravidez, função dos rins e fígado, risco de sangramento, outros medicamentos e possibilidade de dependência ou overdose.
Importância clínica e sinais relevantes:
- dor aguda e dor crônica podem exigir estratégias diferentes;
- o alívio deve ser acompanhado de investigação e tratamento da causa quando possível;
- anti-inflamatórios, paracetamol e opioides têm riscos e contraindicações distintas;
- controle adequado da dor pode facilitar sono, mobilidade, respiração e reabilitação.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se a dor for intensa, persistente, recorrente ou limitar sono e atividades. Vá à urgência se vier com falta de ar, dor no peito, desmaio, confusão, fraqueza súbita, rigidez de nuca, trauma importante ou piora rápida. Não associe analgésicos nem aumente doses por conta própria.
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Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeManual de Cuidados Paliativos — 2ª ediçãoAbrir fonte
- Ministério da Saúde — ConitecPCDT resumido da dor crônicaAbrir fonte
- MedlinePlusPain RelieversAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
