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O que você precisa saber
- O serviço atende mulheres em situação de violência e cuidadoras de familiares com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.
- O acesso começa no miniaplicativo Acolhe Mais +, dentro do Meu SUS Digital.
- Situações de risco imediato exigem SAMU 192, Polícia Militar 190 ou outro serviço de emergência e proteção adequado.
Quem pode usar o serviço
O Ministério da Saúde informou em 7 de outubro que mulheres de todo o Brasil podem solicitar teleatendimento gratuito em saúde mental quando vivem ou viveram violência ou quando exercem cuidado familiar de pessoa com deficiência, transtorno do neurodesenvolvimento ou doença rara.
A oferta integra o programa Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres. A capacidade anunciada é de até 100 mil teleatendimentos mensais, mas esse número representa limite potencial de oferta, não quantidade já realizada ou garantia de atendimento imediato em todos os casos.
Como solicitar pelo aplicativo
No Meu SUS Digital, a usuária entra com a conta gov.br, abre a seção de miniaplicativos e seleciona Acolhe Mais + — Agora Tem Especialistas em Saúde Mental para Mulheres. Depois do cadastro, a plataforma da AgSUS registra o perfil de acesso ao programa.
Segundo o Ministério, a equipe deve entrar em contato em até 24 horas para oferecer data e horário. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 8h às 14h, com psicólogas capacitadas para escuta sensível e identificação de risco.
O que acontece durante e depois
Nos casos de violência, o primeiro contato avalia riscos, rede de apoio e demandas prioritárias. Cada usuária pode realizar até dez sessões por ciclo, com possibilidade de novo ciclo quando necessário.
Quando existe necessidade de continuidade, a equipe pode articular encaminhamento para CAPS ou outro serviço da rede. O teleatendimento é uma porta de cuidado, mas não substitui acompanhamento presencial quando avaliação, proteção ou intervenção local são necessárias.
Quando não esperar pela consulta remota
Ameaça atual, agressão em curso, risco de morte, autoagressão, intoxicação, ferimentos ou perda de segurança exigem resposta imediata. O Ministério cita SAMU 192 e Polícia Militar 190; a rede local pode incluir emergência, delegacia especializada e serviços de proteção.
Se for seguro fazê-lo, a mulher pode procurar um local protegido, avisar alguém de confiança e manter documentos e contatos essenciais acessíveis. Nenhuma vítima é responsável pela violência sofrida, e pedir ajuda não exige ter certeza sobre todos os próximos passos.
Fontes originais
As datas abaixo permitem diferenciar quando o fato ocorreu, quando a fonte o publicou e quando esta notícia foi preparada.
- Ministério da Saúde — Mulheres do Pará podem acessar teleatendimento gratuito em saúde mental pelo SUSInstitucional
Publicado em 07/10/2026. Consultado em 09/10/2026.
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Apuração e revisão: 09 de outubro de 2026.
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- Responsável
- Dr. Leonardo Seabra • CRM/RN 13.960
- Publicado
- 09 de outubro de 2026
- Atualização
- 09 de outubro de 2026

