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O que você precisa saber
- O suplemento reúne 14 estudos conduzidos em nove países, incluindo o Brasil.
- Contracepção e cuidado relacionado ao aborto estiveram entre os serviços que mais demoraram a se recuperar.
- Os resultados apoiam preparação para futuras emergências, mas experiências variaram entre países e sistemas de saúde.
O que os estudos encontraram
A OMS apresentou em 1º de novembro um suplemento com 14 trabalhos realizados em Brasil, Burkina Faso, China, Gana, Itália, Quênia, Paquistão, Tailândia e Reino Unido sobre saúde sexual e reprodutiva durante a pandemia de covid-19.
Os serviços sofreram mais onde não foram tratados como essenciais. No Brasil, por exemplo, houve continuidade de parte do pré-natal e do cuidado pós-parto, mas dificuldades no acesso à contracepção foram relatadas.
Estratégias que mantiveram o cuidado
Serviços que combinaram telessaúde, entrega comunitária, prescrições mais longas, apoio ao autocuidado e redistribuição de tarefas conseguiram alcançar pessoas que não podiam chegar às unidades.
Profissionais comunitários levaram assistência a bairros em Gana e Paquistão, enquanto experiências na Itália e no Reino Unido usaram telefone e telemedicina para facilitar acesso a contracepção, aborto e cuidados para infecções sexualmente transmissíveis.
Como interpretar as evidências
Os 14 estudos descrevem contextos diferentes e não formam uma estimativa única de eficácia. Infraestrutura digital, legislação, financiamento e organização dos serviços variaram entre os países.
A principal implicação é de preparação: classificar esses serviços como essenciais, definir alternativas remotas e comunitárias antes da crise e proteger equipes e cadeias de suprimento. Isso não substitui avaliação individual nem garante que toda modalidade remota seja adequada a todos os casos.
Fontes originais
As datas abaixo permitem diferenciar quando o fato ocorreu, quando a fonte o publicou e quando esta notícia foi preparada.
- Organização Mundial da Saúde — Sustaining sexual and reproductive health through a pandemicInstitucional
Publicado em 01/11/2026. Consultado em 03/11/2026.
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Apuração editorial: 03 de novembro de 2026.
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Sobre este conteúdo
O portal contextualiza a notícia para leigos e mantém o link direto para as fontes originais. O texto não substitui consulta nem orientação de autoridades locais.
- Responsável
- Dr. Leonardo Seabra • CRM/RN 13.960
- Publicado
- 03 de novembro de 2026
- Atualização
- 03 de novembro de 2026

