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O que você precisa saber
- O Ministério da Saúde reforçou orientações diante de temperaturas muito baixas previstas para a Região Sul.
- Crianças, pessoas idosas, gestantes e quem tem doenças respiratórias ou cardiovasculares merecem atenção especial.
- Influenza, vírus sincicial respiratório e covid-19 continuam circulando; a vacinação deve seguir o calendário do SUS.
- Falta de ar intensa, confusão, desmaio, convulsão ou perda de consciência exigem atendimento de urgência.
O que foi anunciado
O Ministério da Saúde publicou em 10 de setembro de 2026 novas orientações para reduzir os riscos à saúde durante o frio intenso previsto para o Sul do Brasil. O órgão também informou que enviaria, no dia seguinte, uma nota técnica aos serviços de saúde do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná.
O alerta é preventivo. Temperaturas baixas podem agravar doenças cardiovasculares e respiratórias e aumentar a procura por atendimento, especialmente quando o frio se combina com umidade, vento, moradia pouco aquecida ou dificuldade de acesso a roupas secas e abrigo.
Quem precisa de atenção especial
Crianças pequenas, pessoas idosas, gestantes e pessoas com doenças crônicas tendem a ser mais vulneráveis. Asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência cardíaca e outros problemas podem piorar durante períodos frios, mas qualquer pessoa pode apresentar complicações após exposição prolongada.
Familiares e cuidadores devem observar mudanças de comportamento, sonolência fora do habitual, tremores persistentes, dificuldade para respirar e piora de sintomas já conhecidos. Pessoas que vivem ou trabalham ao ar livre também precisam de abrigo, roupas secas e pausas em local protegido.
Como reduzir os riscos
A recomendação é usar roupas em camadas, manter o corpo seco, proteger extremidades e evitar exposição prolongada. Ambientes devem ficar protegidos do frio, mas com ventilação segura; equipamentos de aquecimento precisam ser usados conforme as instruções para evitar queimaduras, incêndio ou intoxicação.
Manter hidratação e alimentação regulares também é importante. Bebidas alcoólicas não aquecem o corpo de forma segura e podem aumentar a perda de calor e reduzir a percepção do risco. Se houver sintomas respiratórios, usar máscara em ambientes fechados e movimentados pode ajudar a proteger outras pessoas.
- confira se vacinas previstas para sua idade e condição estão atualizadas no SUS
- troque roupas molhadas e proteja cabeça, mãos e pés
- não use fogareiro, churrasqueira ou equipamento impróprio para aquecer ambiente fechado
- acompanhe alertas da Defesa Civil e orientações da secretaria de saúde local
Vacinação e infecções respiratórias
Segundo o Ministério, influenza, vírus sincicial respiratório e covid-19 seguem em circulação no país. A indicação de cada vacina depende de idade, gestação, condição de saúde e calendário vigente; a unidade de saúde pode conferir quais doses estão disponíveis e recomendadas para cada pessoa.
Vacinação reduz o risco de formas graves, mas não elimina toda possibilidade de infecção. Higiene das mãos, ventilação, etiqueta respiratória e evitar contato próximo quando se está doente continuam úteis, principalmente perto de bebês, idosos e pessoas imunossuprimidas.
Quando procurar atendimento
Sintomas persistentes ou em piora devem ser avaliados em uma Unidade Básica de Saúde. Procure urgência diante de falta de ar intensa, confusão, desmaio, convulsão, perda de consciência, coloração arroxeada ou piora rápida do estado geral. Em emergência, acione o SAMU pelo 192.
Orientações gerais não substituem a avaliação de quem já possui um plano de cuidado. Pessoas com doença crônica devem manter os medicamentos prescritos e procurar sua equipe se houver piora, sem aumentar, reduzir ou interromper doses por conta própria.
Fontes originais
As datas abaixo permitem diferenciar quando o fato ocorreu, quando a fonte o publicou e quando esta notícia foi preparada.
- Ministério da Saúde — Ministério da Saúde reforça orientações para proteger a população durante frio no SulInstitucional
Publicado em 10/09/2026. Consultado em 11/09/2026.
Abrir fonte original - Ministério da Saúde — Calendário Nacional de VacinaçãoInstitucional
Consultado em 11/09/2026.
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Apuração e revisão: 11 de setembro de 2026.
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Conteúdo acompanhado por médico
O portal contextualiza a notícia para leigos e mantém o link direto para as fontes originais. O texto não substitui consulta nem orientação de autoridades locais.
- Responsável
- Dr. Leonardo Seabra • CRM/RN 13.960
- Publicado
- 11 de setembro de 2026
- Atualização
- 11 de setembro de 2026

