Sonolência excessiva
Sono ou dificuldade de manter-se alerta em horários em que a pessoa deveria estar desperta.
Entenda de forma simples
Sonolência excessiva pode ocorrer por privação de sono, sono irregular, apneia do sono, uso de álcool, sedativos e outros medicamentos, depressão, ansiedade, hipotireoidismo, anemia, infecções, doenças neurológicas e distúrbios do sono, como narcolepsia.
O problema merece atenção quando causa cochilos involuntários, queda de desempenho, acidentes, dificuldade para dirigir, roncos intensos, pausas respiratórias observadas ou mudanças recentes do nível de consciência. Sonolência súbita e intensa também pode ser sinal de doença aguda.
Importância clínica e sinais relevantes:
- cochilos involuntários, dificuldade para trabalhar, estudar ou dirigir;
- ronco alto, engasgos à noite e pausas respiratórias sugerem apneia do sono;
- uso de remédios sedativos, álcool ou outras substâncias pode causar ou piorar o quadro;
- sonolência com confusão, febre, dor de cabeça forte ou sinais neurológicos pode indicar urgência.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se a sonolência for frequente, prejudicar atividades, houver ronco alto, pausas respiratórias, sono não reparador, quedas, tristeza persistente ou uso de medicamentos sedativos. Não dirija se estiver sonolento. Procure urgência se houver sonolência intensa de início súbito, confusão, desmaio, convulsão, febre com rigidez de nuca, falta de ar, dor no peito ou fraqueza de um lado do corpo.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- NHLBISleep Deprivation and DeficiencyAbrir fonte
- NHSNarcolepsyAbrir fonte
- Mayo ClinicExcessive daytime sleepinessAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
