Síndrome da imobilidade
Conjunto de complicações causadas por permanência prolongada no leito ou grande redução de mobilidade.
Entenda de forma simples
A imobilidade prolongada afeta músculos, ossos, pele, circulação, pulmões, intestino, bexiga e saúde mental. Pode surgir após internação, fratura, doença neurológica, dor intensa ou perda de autonomia.
Prevenir é mais fácil do que tratar. Mudança de posição, mobilização segura, fisioterapia, alimentação adequada, hidratação, cuidados com a pele e revisão de causas ajudam a reduzir complicações.
Importância clínica e sinais relevantes:
- fraqueza rápida e perda de massa muscular;
- risco de lesão por pressão, constipação e infecção respiratória;
- trombose venosa profunda pode ocorrer com pouca movimentação;
- confusão, depressão e perda de autonomia podem se agravar.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se a pessoa passa grande parte do dia no leito, perdeu mobilidade ou apresenta feridas, dor, constipação, tosse, febre ou confusão. Vá à urgência se houver falta de ar, dor no peito, perna inchada e dolorida, febre alta, sonolência intensa ou ferida infectada.
Leia também no portal:
Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeCaderno de Atenção Domiciliar — volume 2Abrir fonte
- NICEPressure ulcers: prevention and managementAbrir fonte
- CDCPreventing Venous ThromboembolismAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
