Cardiopatia congênita
Alteração na estrutura do coração ou dos grandes vasos presente desde o nascimento.
Entenda de forma simples
As cardiopatias congênitas formam um grupo variado: algumas são pequenas e apenas acompanhadas; outras reduzem o oxigênio ou sobrecarregam coração e pulmões e precisam de intervenção precoce. Comunicação entre câmaras, estreitamentos e formação incompleta de estruturas são exemplos.
Ultrassom na gestação pode levantar a suspeita, e o teste do coraçãozinho ajuda a identificar formas críticas após o nascimento, mas nenhum rastreamento detecta todos os casos. Exame físico, saturação e ecocardiograma integram a avaliação. Crianças e adultos operados mantêm seguimento conforme o defeito.
Importância clínica e sinais relevantes:
- lábios ou unhas azulados, respiração rápida e esforço para mamar;
- suor excessivo nas mamadas, baixo ganho de peso ou sonolência;
- sopro cardíaco pode ocorrer, mas nem todo sopro representa cardiopatia;
- alguns defeitos só causam sintomas ou são descobertos mais tarde.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se o bebê cansar para mamar, respirar rápido, suar excessivamente ou ganhar pouco peso. Coloração azulada, dificuldade respiratória importante, desmaio, palidez acentuada ou redução da responsividade exigem urgência.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCAbout congenital heart defectsAbrir fonte
- Centers for Disease Control and Prevention — CDCData and statistics on congenital heart defectsAbrir fonte
- American Heart Association — AHACongenital heart defectsAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
