Automedicação
Uso de medicamento para tratar sintomas ou doenças por iniciativa própria, sem avaliação ou acompanhamento adequado de profissional habilitado.
Entenda de forma simples
A automedicação inclui reutilizar receita antiga, compartilhar remédio, alterar dose ou duração e usar produtos indicados por publicidade ou conhecidos. Mesmo medicamentos isentos de prescrição podem causar alergia, sangramento, lesão renal ou hepática, sedação, interação e mascaramento de doenças.
O uso responsável de um produto autorizado para sintomas leves exige seguir a bula, conferir contraindicações e buscar o farmacêutico quando houver dúvida. Antibióticos, controlados e medicamentos de outras pessoas não devem ser usados por conta própria. Crianças, gestantes, idosos e pessoas com várias doenças ou remédios têm risco maior.
Importância clínica e sinais relevantes:
- dose duplicada por produtos diferentes com o mesmo princípio ativo;
- interação com anticoagulantes, álcool, sedativos ou tratamentos contínuos;
- uso repetido que esconde um sintoma persistente ou atrasa diagnóstico;
- antibiótico inadequado, que causa efeitos adversos e favorece resistência.
Quando procurar atendimento:
Procure a UBS ou o farmacêutico se houver dúvida sobre indicação, dose, interação ou duração, e leve a lista ou as embalagens dos produtos usados. Suspeita de intoxicação, sonolência intensa, confusão, desmaio, falta de ar, convulsão ou inchaço da face exige urgência; o Disque-Intoxicação atende pelo 0800 722 6001.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Agência Nacional de Vigilância Sanitária — AnvisaUso racional de medicamentos: um alerta à populaçãoAbrir fonte
- Organização Mundial da Saúde — OMSMedication Without HarmAbrir fonte
- AnvisaDisque-IntoxicaçãoAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
