Atenção domiciliar
Modalidade de cuidado em saúde realizada no domicílio para pessoas que precisam de acompanhamento, reabilitação ou tratamento sem necessidade de internação hospitalar contínua.
Entenda de forma simples
A atenção domiciliar pode envolver visitas da equipe de saúde, acompanhamento de condições crônicas, curativos, reabilitação, orientação à família, cuidados paliativos e prevenção de complicações. No SUS, ela se organiza conforme a necessidade clínica, o grau de dependência e a rede disponível no município.
Cuidar em casa não significa ausência de risco nem substitui urgência quando há sinais de gravidade. O plano precisa definir responsáveis, medicamentos, sinais de alerta, retorno, materiais necessários e quando acionar a UBS, o serviço de atenção domiciliar ou a emergência.
Importância clínica e sinais relevantes:
- reduz internações evitáveis e ajuda na recuperação funcional;
- beneficia pessoas acamadas, frágeis, com feridas, sequelas ou cuidados paliativos;
- exige avaliação da segurança do domicílio e da capacidade dos cuidadores;
- sinais de piora precisam estar claros para evitar atraso no atendimento.
Quando procurar atendimento:
Procure a UBS se houver dificuldade de locomoção, dependência para cuidados, feridas, necessidade de reabilitação ou dúvidas sobre cuidado em casa. Procure urgência diante de falta de ar, confusão súbita, febre persistente, desidratação, queda com trauma, sangramento, dor intensa ou piora rápida.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeAtenção DomiciliarAbrir fonte
- Ministério da SaúdeCaderno de Atenção Domiciliar — volume 1Abrir PDF
- Ministério da SaúdeCaderno de Atenção Domiciliar — volume 2Abrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
