Ansiedade
Reação de alerta diante de ameaça ou incerteza que pode se tornar um problema de saúde quando é excessiva, persistente ou prejudica a vida.
Entenda de forma simples
Ansiedade ocasional é normal e pode preparar o organismo para agir. Ela merece avaliação quando preocupação, medo, tensão, irritabilidade, insônia, evitação ou sintomas físicos aparecem com frequência, são difíceis de controlar ou comprometem trabalho, estudo, relações e autocuidado.
Palpitação, falta de ar, tremor, suor, náusea e aperto no peito podem acompanhar a ansiedade, mas também ocorrem em doenças físicas. A avaliação considera o padrão, o impacto, outras condições e substâncias ou medicamentos. Psicoterapia, mudanças orientadas de hábitos e, em alguns casos, medicamentos fazem parte do cuidado individualizado.
Importância clínica e sinais relevantes:
- preocupação excessiva ou medo difícil de controlar;
- insônia, irritabilidade, tensão muscular, dificuldade de concentração ou evitação;
- crises com palpitação, tremor, suor, falta de ar ou sensação de perda de controle;
- prejuízo no trabalho, estudo, relacionamentos, sono ou capacidade de sair de casa.
Quando procurar atendimento:
Procure a UBS, psicólogo ou serviço de saúde mental quando os sintomas persistirem, causarem sofrimento ou limitarem a rotina. Busque ajuda imediata diante de pensamentos de suicídio ou autoagressão, incapacidade de se manter em segurança, confusão, desmaio, dor no peito intensa ou falta de ar importante; não deixe a pessoa sozinha.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeLinha de Cuidado para Transtornos de Ansiedade no adultoAbrir fonte
- Ministério da Saúde — Biblioteca Virtual em SaúdeSaúde mental — Cadernos de Atenção Básica nº 34Abrir PDF
- Organização Mundial da Saúde — OMSAnxiety disordersAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
