Adrenalina
Hormônio e medicamento de emergência, também chamado epinefrina, que é o tratamento de primeira linha da anafilaxia.
Entenda de forma simples
O próprio organismo libera adrenalina em situações de estresse, aumentando a frequência cardíaca e direcionando sangue para órgãos importantes. Como medicamento, ela é usada em emergências específicas, principalmente anafilaxia e parada cardiorrespiratória.
Na anafilaxia, a adrenalina intramuscular deve ser administrada rapidamente por pessoa treinada ou conforme plano e dispositivo previamente prescritos. Anti-histamínicos e corticoides não substituem a adrenalina. Concentração, dose e via variam conforme a situação; erros podem ser graves.
Importância clínica e sinais relevantes:
- falta de ar, chiado, inchaço de língua ou garganta e queda da pressão sugerem anafilaxia;
- urticária pode estar presente, mas anafilaxia também pode ocorrer sem lesões na pele;
- adrenalina é a principal medicação inicial na anafilaxia;
- a pessoa precisa de atendimento de emergência mesmo após melhora inicial.
Quando procurar atendimento:
Suspeita de anafilaxia exige ação imediata: use a adrenalina prescrita conforme orientação e acione o SAMU 192. Não espere anti-histamínico fazer efeito. Falta de ar, inchaço de garganta, desmaio ou piora rápida são emergências.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da SaúdeManual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-VacinaçãoAbrir PDF
- Ministério da SaúdeNota Técnica nº 14/2025 — manejo da anafilaxiaAbrir fonte
- Ministério da SaúdeNota Técnica nº 7/2024 — identificação e manejo da anafilaxiaAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
