Esclerose múltipla
Doença inflamatória crônica do sistema nervoso central que pode afetar cérebro, medula e nervos ópticos.
Entenda de forma simples
Na esclerose múltipla, o sistema imunológico agride estruturas que revestem fibras nervosas, causando áreas de inflamação e cicatriz. Os sintomas variam conforme a região afetada e podem aparecer em surtos, melhorar parcialmente ou deixar sequelas.
Alterações visuais, formigamentos, fraqueza, desequilíbrio, tontura, fadiga intensa, alterações urinárias e dificuldade para caminhar são exemplos possíveis. O diagnóstico combina história clínica, exame neurológico, ressonância magnética e, em alguns casos, análise do líquor. O acompanhamento neurológico ajuda a reduzir surtos, preservar função e tratar sintomas.
Importância clínica e sinais relevantes:
- perda visual dolorosa em um olho, visão dupla ou desequilíbrio sem causa clara;
- formigamento, dormência, fraqueza ou rigidez que dura mais de 24 horas;
- fadiga intensa, alteração urinária, dor neuropática ou dificuldade de marcha;
- sintomas podem oscilar, mas surtos novos precisam ser avaliados sem demora.
Quando procurar atendimento:
Procure neurologista se houver sintomas neurológicos novos, recorrentes ou persistentes, especialmente perda visual, formigamento, fraqueza, desequilíbrio ou alteração urinária sem explicação. Vá à urgência se houver fraqueza súbita de um lado do corpo, fala alterada, confusão, febre com rigidez de nuca, perda visual abrupta ou dificuldade para respirar.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Ministério da Saúde — ConitecProtocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Esclerose MúltiplaAbrir PDF
- National Institute of Neurological Disorders and Stroke — NINDSMultiple SclerosisAbrir fonte
- NHSMultiple sclerosisAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
