Cefaleia
Dor localizada na cabeça, face superior ou pescoço, que pode ser uma doença primária ou sintoma de outra condição.
Entenda de forma simples
Enxaqueca, cefaleia tensional e cefaleia em salvas são exemplos de cefaleias primárias. Febre, infecções, trauma, alterações vasculares, medicamentos e outras doenças podem causar cefaleia secundária. O padrão da dor e os sintomas associados orientam a investigação.
Um diário com frequência, duração, intensidade, sintomas, menstruação, sono e medicamentos ajuda a reconhecer o padrão. Uso frequente de analgésicos pode perpetuar a dor; não se deve aumentar doses ou combinar remédios repetidamente sem avaliação.
Importância clínica e sinais relevantes:
- início, localização, duração, intensidade e frequência ajudam a classificar a dor;
- náusea, sensibilidade à luz, lacrimejamento ou tensão muscular sugerem padrões diferentes;
- dor nova após os 50 anos, no câncer ou na imunossupressão merece avaliação;
- mudança progressiva de uma cefaleia conhecida também precisa ser investigada.
Quando procurar atendimento:
Procure avaliação se a dor for recorrente, progressiva, mudar de padrão ou exigir analgésico frequentemente. Dor súbita e máxima em segundos, déficit neurológico, confusão, desmaio, convulsão, febre com rigidez de nuca, trauma ou gestação com pressão alta exigem urgência.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Organização Mundial da Saúde — OMSMigraine and other headache disordersAbrir fonte
- International Headache Society — IHSInternational Classification of Headache Disorders — ICHD-3Abrir fonte
- National Institute for Health and Care Excellence — NICEHeadaches in over 12s: diagnosis and managementAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
