Câncer de pele
Grupo de tumores malignos que começam nas células da pele, incluindo os tipos não melanoma e o melanoma.
Entenda de forma simples
Os carcinomas basocelular e espinocelular são os cânceres de pele não melanoma mais comuns. O melanoma é menos frequente, porém tem maior capacidade de se espalhar. Feridas persistentes, lesões que sangram e pintas que mudam precisam ser examinadas.
A exposição acumulada à radiação ultravioleta é um fator importante. Proteção com sombra, roupas, chapéu, óculos e filtro solar reduz o risco, mas não elimina a necessidade de observar a pele. Diagnóstico geralmente é confirmado por biópsia.
Importância clínica e sinais relevantes:
- ferida que não cicatriza, sangra ou forma crosta repetidamente;
- mancha ou caroço que cresce, muda de cor, textura ou formato;
- pinta assimétrica, com bordas irregulares, várias cores ou evolução;
- lesão nova ou diferente das demais, inclusive em áreas pouco expostas ao sol.
Quando procurar atendimento:
Marque avaliação se uma lesão for nova, estiver mudando, sangrar, doer, coçar de forma persistente ou não cicatrizar em algumas semanas. Sangramento que não cessa com compressão, infecção extensa ou rápida piora exige atendimento mais rápido.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Instituto Nacional de Câncer — INCACâncer de pele não melanomaAbrir fonte
- Instituto Nacional de Câncer — INCACâncer de pele melanomaAbrir fonte
- Organização Mundial da Saúde — OMSUltraviolet radiationAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
