Alopecia androgenética
Forma comum e progressiva de perda de cabelo, influenciada por predisposição genética e hormônios, que produz padrões diferentes em homens e mulheres.
Entenda de forma simples
Na alopecia androgenética, os folículos predispostos produzem fios cada vez mais finos e curtos. Nos homens, costuma haver recuo das entradas e rarefação no topo; nas mulheres, é mais comum o alargamento da risca central e a redução difusa da densidade no topo, geralmente sem perda completa da linha frontal.
A evolução costuma ser lenta. O diagnóstico diferencia essa condição de queda por doença, deficiência, medicamento, inflamação ou alopecia areata. Tratamentos podem desacelerar a progressão e melhorar a densidade, mas a escolha depende de sexo, idade, gravidez possível, doenças, efeitos adversos e avaliação dermatológica; automedicação pode atrasar o diagnóstico ou causar riscos.
Importância clínica e sinais relevantes:
- afinamento progressivo dos fios e maior visibilidade do couro cabeludo;
- entradas e rarefação no topo são comuns nos homens;
- alargamento da risca central é frequente nas mulheres;
- queda abrupta, falhas redondas, inflamação ou cicatriz sugerem outras causas.
Quando procurar atendimento:
Procure dermatologista se a queda for recente, rápida, em placas, acompanhada de coceira, dor, descamação ou cicatriz, ou se estiver afetando seu bem-estar. Mulheres com irregularidade menstrual, acne importante ou aumento de pelos também devem ser avaliadas. Não use finasterida, minoxidil oral ou hormônios sem acompanhamento.
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Termos relacionados:
Fontes institucionais:
Conteúdo educativo elaborado com base nas publicações institucionais abaixo.
- Sociedade Brasileira de DermatologiaAlopecia androgenética feminina e alopecia areataAbrir fonte
- MedlinePlus GeneticsAndrogenetic alopeciaAbrir fonte
- NHSHair lossAbrir fonte
Este verbete é educativo e não substitui consulta, exame físico ou orientação individualizada.
